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Volume de crédito compensou queda da margem dos seis maiores bancos

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Volume de crédito compensou queda da margem dos seis maiores bancos

No primeiro trimestre do ano, os maiores bancos portugueses, incluindo a Caixa Geral de Depósitos, o BCP, o Novobanco, o Santander, o BPI e o Banco Montepio, registaram lucros de 1,2 mil milhões de euros. Este valor está em linha com os lucros registados em março de 2024, demonstrando assim a resiliência do setor bancário em Portugal, apesar do cenário económico desafiador causado pela pandemia de Covid-19.

Uma das principais razões para este resultado positivo foi o aumento do crédito à habitação, que contou com o impulso da garantia do Estado. Este mecanismo, criado pelo Governo para promover o acesso à habitação e apoiar a economia nacional, tem sido uma importante alavanca para o crescimento do setor imobiliário e, consequentemente, para o aumento da procura de crédito à habitação.

Com a garantia do Estado, os bancos têm maior confiança na hora de conceder empréstimos para a compra de casa, uma vez que têm uma garantia adicional em caso de incumprimento por parte dos clientes. Isso tem levado a uma diminuição dos spreads, ou seja, da diferença entre a taxa de juros que os bancos pagam para obter o dinheiro e a taxa de juros que cobram aos clientes, tornando os empréstimos mais atrativos para os consumidores.

Além disso, a pandemia levou a uma redução das taxas de juros a nível global, o que também teve um impacto positivo nos lucros dos bancos. Com custos de financiamento mais baixos, os bancos conseguiram oferecer melhores condições aos clientes e, ao mesmo tempo, aumentaram as suas margens. Ou seja, a diferença entre as taxas de juros que os bancos cobram pelos empréstimos e as taxas de juros que pagam pelos depósitos.

Outro fator que contribuiu para os bons resultados foi a diminuição das despesas com imparidades, ou seja, as provisões feitas pelos bancos para fazer face a possíveis perdas decorrentes de créditos malparados. Com a melhoria da economia e as medidas de apoio do Governo, o número de créditos em incumprimento tem vindo a diminuir, o que se refletiu nos resultados positivos dos bancos.

A Caixa Geral de Depósitos, banco público, foi o que registou o maior lucro, com 286 milhões de euros. Segundo o presidente do Conselho de Administração, Paulo Macedo, este resultado deve-se “à qualidade dos ativos, à qualidade do crédito e ao controlo de custos”. O banco tem vindo a reformular a sua estratégia e focado em melhorar a eficiência, o que tem trazido resultados positivos.

Já o BCP, um dos maiores bancos privados em Portugal, obteve um lucro de 183,6 milhões de euros, o que representa um aumento de 63,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O banco destaca o aumento da concessão de crédito à habitação e ao consumo, bem como a redução das imparidades e das despesas operacionais, como os principais fatores para este resultado.

O Novobanco, que nasceu em 2014 após a resolução do BES, registou um lucro de 60,9 milhões de euros, revertendo os prejuízos de 2020. O banco tem vindo a implementar um plano de reestruturação, que tem contribuído para a melhoria dos resultados. Além disso, também beneficiou do aumento da concessão de crédito à habitação e da redução das imparidades.

O Santander, banco espanhol com forte presença em Portugal, teve um lucro de 34,3 milhões

Tags: Prime Plus

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