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Exportações lusófonas para a China caem mais de um quarto até abril

em O mundo do dinheiro
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Exportações lusófonas para a China caem mais de um quarto até abril

As relações comerciais entre os países de língua portuguesa e a China têm sido cada vez mais estreitas nos últimos anos, com um aumento significativo nas exportações para o gigante asiático. No entanto, os dados recentes mostram uma queda de 26% nas exportações desses países para a China nos primeiros quatro meses de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso levanta preocupações e questionamentos sobre o que pode ter causado essa queda e quais são as perspectivas para o futuro.

De acordo com um relatório divulgado pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), as exportações dos países de língua portuguesa para a China totalizaram US$ 15,6 bilhões nos primeiros quatro meses de 2025, uma queda de 26% em relação ao mesmo período de 2024. Esses países incluem Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Esses dados são preocupantes, especialmente considerando que a China é o maior parceiro comercial desses países, representando cerca de 27,4% das exportações totais.

Uma das principais razões apontadas para essa queda é a pandemia de COVID-19, que afetou gravemente a economia global. A China foi um dos primeiros países a ser atingido pelo vírus e, portanto, teve que tomar medidas rigorosas para conter sua propagação. Isso resultou em uma queda na demanda por produtos e matérias-primas dos países de língua portuguesa, afetando diretamente suas exportações para a China. Além disso, as restrições de viagens e as medidas de distanciamento social também impactaram negativamente o comércio entre esses países e a China.

No entanto, é importante ressaltar que essa queda nas exportações não é exclusividade dos países de língua portuguesa. Outras economias ao redor do mundo também sofreram com a redução da demanda chinesa, o que é um reflexo direto da desaceleração econômica causada pela pandemia. Portanto, é importante não superestimar o impacto da COVID-19 nas exportações desses países para a China.

Além disso, é importante lembrar que a China é um mercado em constante evolução e, portanto, as exportações para esse país podem sofrer flutuações ao longo do tempo. Em 2024, por exemplo, as exportações dos países de língua portuguesa para a China aumentaram 24% em relação ao ano anterior. Portanto, é preciso analisar os dados ao longo de um período mais longo para entender melhor as tendências do comércio entre esses países e a China.

Apesar da queda nas exportações, ainda há motivos para otimismo em relação às relações comerciais entre os países de língua portuguesa e a China. A China continua sendo um mercado extremamente atraente e lucrativo para esses países, com uma população de quase 1,4 bilhão de pessoas e uma classe média em expansão. Além disso, a China tem investido cada vez mais em projetos de infraestrutura e desenvolvimento nos países de língua portuguesa, o que pode impulsionar suas economias e, consequentemente, aumentar suas exportações para o país asiático.

Outro fator importante a ser considerado é a diversificação das exportações. Em vez de depender exclusivamente de um único mercado, os países de língua portuguesa podem buscar expandir suas exportações para outros países, reduzindo assim sua dependência da China. Isso pode ajudar a mitigar os impactos de uma possível desaceleração na demanda chinesa no futuro.

Além disso, é importante que ess

Tags: Prime Plus

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