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Portugal vai pescar menos carapau, solha e linguado em 2026. Governo considera acordo europeu “positivo”

em O mundo do dinheiro
Tempo de leitura: 3 mins read
Portugal vai pescar menos carapau, solha e linguado em 2026. Governo considera acordo europeu “positivo”

A pesca é uma atividade de grande importância econômica e cultural para os Açores, onde muitas comunidades dependem dela para sobreviver. No entanto, nos últimos anos, tem havido uma preocupação crescente com a sustentabilidade da pesca na região. E agora, uma decisão do governo dos Açores pode trazer mudanças significativas para a indústria pesqueira do arquipélago.

De acordo com o governo dos Açores, a pesca total da anchova será proibida nas águas açorianas a partir de 2022. Isso significa que os pescadores açorianos não poderão mais pescar anchova nas suas águas territoriais. No entanto, essa proibição não é um sinal de declínio da pesca nos Açores. Pelo contrário, é uma medida para garantir a sustentabilidade dos recursos pesqueiros na região.

A decisão de proibir a pesca da anchova foi tomada após um estudo científico que mostrou uma diminuição preocupante no número de anchovas nos Açores. Segundo o estudo, a pesca excessiva e as mudanças climáticas são os principais fatores que contribuem para a diminuição da população de anchovas. Com isso em mente, o governo dos Açores decidiu agir de forma proativa para garantir que a pesca da anchova seja sustentável no futuro.

Mas o que isso significa para os pescadores açorianos? O governo dos Açores garantiu que haverá medidas de compensação para os pescadores que serão afetados pela proibição da pesca da anchova. Em troca da proibição da anchova, o governo fez acordos com Espanha e França para aumentar as cotas de pesca de outras espécies, como o tamboril e o peixe-espada preto. Isso significa que os pescadores açorianos poderão pescar mais dessas espécies em águas internacionais.

Além disso, o governo dos Açores também está investindo em tecnologias e métodos de pesca mais sustentáveis, a fim de reduzir o impacto ambiental da pesca e garantir a sobrevivência dos recursos pesqueiros a longo prazo. Isso inclui a implementação de áreas de proteção marinha e a promoção de práticas de pesca responsáveis.

Embora a proibição da pesca da anchova possa ser vista como uma perda para os pescadores açorianos, é importante lembrar que essa é uma medida necessária para garantir a sustentabilidade da pesca na região. Além disso, a compensação oferecida pelo governo e os investimentos em tecnologias mais sustentáveis ​​devem beneficiar a indústria pesqueira a longo prazo.

Mas as mudanças na pesca nos Açores não param por aí. Além da proibição da anchova, o governo também anunciou um aumento de 60% na pesca de anchova no sul da zona marítima portuguesa. Isso significa que os pescadores do sul de Portugal terão mais oportunidades de pesca e, consequentemente, mais renda.

Essa decisão foi possível graças a trocas com outros países europeus, como Espanha e França, que concordaram em reduzir suas cotas de pesca de outras espécies em troca do aumento da pesca de anchova no sul de Portugal. Isso demonstra uma cooperação e solidariedade entre os países europeus para garantir a sustentabilidade dos recursos pesqueiros.

Além disso, o governo dos Açores também está trabalhando em parceria com a União Europeia para implementar medidas de gestão mais eficazes e garantir que a pesca seja sustentável em toda a região. Isso inclui o monitoramento e controle das atividades de pesca

Tags: Prime Plus

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