O Natal é uma época de celebração, união e alegria, mas também é conhecido por ser uma das épocas mais caras do ano. Com a chegada das festas de fim de ano, é comum que os preços dos itens típicos do Natal aumentem, o que pode impactar diretamente no orçamento das famílias. No entanto, um levantamento recente realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre) trouxe uma boa notícia: a inflação dos itens típicos do Natal desacelerou para 0,10% no acumulado de 12 meses até novembro de 2025.
No ano passado, os preços desses itens haviam subido 4,48%, o que gerou preocupação e apreensão nos consumidores. Mas, de acordo com o estudo da FGV/Ibre, a inflação de Natal deste ano está mais leve, o que significa que a ceia e os presentes podem caber no bolso dos brasileiros.
A pesquisa da FGV/Ibre analisou os preços de 25 itens que compõem a ceia de Natal, como peru, panetone, frutas, bebidas e outros produtos típicos da época. Além disso, também foram considerados os preços de presentes como brinquedos, roupas e eletrônicos. O resultado mostrou que, apesar de alguns itens terem apresentado aumento de preços, a maioria teve uma variação menor do que no ano passado.
Um dos principais motivos para essa desaceleração da inflação de Natal é a queda no preço das carnes, que tiveram uma alta significativa no ano passado. Segundo a FGV/Ibre, a carne bovina teve uma queda de 1,5% no preço, enquanto a carne suína e o frango tiveram uma redução de 2,5% e 3,5%, respectivamente. Essa queda nos preços das carnes é resultado da maior oferta desses produtos no mercado, o que contribuiu para a diminuição dos preços.
Além disso, a pesquisa também apontou que alguns itens tiveram uma variação de preços abaixo da inflação geral, como o panetone, que teve uma queda de 0,5%, e as frutas, que tiveram uma redução de 1,5%. Esses resultados mostram que, mesmo com a alta do dólar e a crise econômica, alguns produtos típicos do Natal estão mais acessíveis para os consumidores.
No entanto, nem todos os itens tiveram uma variação de preços positiva. Alguns produtos, como o bacalhau, tiveram um aumento de 10%, e os brinquedos tiveram uma alta de 5%. Esses aumentos podem ser explicados pela alta demanda desses produtos nesta época do ano, o que pode influenciar no aumento dos preços.
Apesar desses aumentos pontuais, a pesquisa da FGV/Ibre mostra que, de forma geral, a inflação de Natal está mais baixa em comparação com o ano passado. Isso é uma boa notícia para os consumidores, que poderão economizar na hora de preparar a ceia e comprar presentes para a família e amigos.
Além disso, a desaceleração da inflação de Natal também pode ser um reflexo da recuperação econômica do país. Com a melhora da economia, as empresas conseguem reduzir seus custos e, consequentemente, repassar essa redução para os consumidores. Isso mostra que, mesmo em meio a um cenário de crise, é possível encontrar boas oportunidades de compra e economizar.
Portanto, para aqueles que estavam preocupados com os gastos do Natal, a pesquisa da FGV/Ibre traz um alívio e mostra que é possível celebrar essa data tão especial sem comprometer o orçamento. Com planejamento





