No último sábado, dia 23 de fevereiro, uma manifestação organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reuniu centenas de pessoas na Praça Luís de Camões, em Lisboa. O objetivo era claro: condenar a agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela e mostrar solidariedade ao povo venezuelano.
Com palavras de ordem como “Pela paz! Não à agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela” e “América Latina não é o quintal dos Estados Unidos”, os manifestantes expressaram sua indignação com a postura belicista do governo norte-americano. A concentração também contou com a presença de representantes de diversas organizações políticas, sociais e sindicais, além de artistas e intelectuais.
A agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela tem sido uma preocupação constante para o CPPC e outras organizações de paz e solidariedade. Desde o início do ano, o país latino-americano tem sido alvo de uma série de sanções econômicas e ameaças militares por parte do governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump.
Essas medidas unilaterais e ilegais têm como objetivo desestabilizar o governo legítimo da Venezuela, liderado pelo presidente Nicolás Maduro, e impor uma mudança de regime no país. Além disso, os Estados Unidos têm apoiado abertamente a oposição venezuelana, que tem promovido atos violentos e tentado derrubar o governo democraticamente eleito.
Diante dessa situação, é fundamental que a sociedade civil se manifeste e mostre sua solidariedade ao povo venezuelano. A manifestação organizada pelo CPPC foi um exemplo de como a união e a mobilização podem ser poderosas ferramentas de luta pela paz e pela justiça.
Durante o ato, foram destacados os avanços sociais e políticos alcançados pelo governo bolivariano na Venezuela, como a redução da pobreza e a promoção da igualdade social. Além disso, foi ressaltado o papel dos Estados Unidos como principal responsável pelo caos e pela violência que assolam países como a Síria, o Iraque e o Afeganistão.
Os manifestantes também denunciaram a hipocrisia dos Estados Unidos, que se autoproclamam defensores da democracia e dos direitos humanos, mas não hesitam em violar a soberania de outros países e promover guerras e intervenções militares. A América Latina, historicamente, tem sido alvo de interferências e ingerências dos Estados Unidos, que buscam manter seu domínio sobre a região.
Por isso, é fundamental que a sociedade esteja alerta e unida para resistir às ameaças e agressões dos Estados Unidos contra a Venezuela e outros países. A paz e a solidariedade devem ser valores defendidos e promovidos por todos, em prol de um mundo mais justo e igualitário.
O CPPC, assim como outras organizações de paz e solidariedade, continuará lutando pela paz e pelo respeito à soberania dos povos. A manifestação do último sábado foi mais uma demonstração de que a união e a mobilização popular são essenciais para enfrentar os desafios e construir um mundo melhor.
Portanto, é preciso que cada um de nós se engaje nessa luta, seja através da participação em manifestações e atos, seja através da divulgação de informações e do diálogo com a sociedade. Juntos, podemos fazer a diferença e mostrar que a paz e a solidariedade são mais fortes do que a agressão e a violência.




