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Brasil deve ter o maior déficit fiscal na América Latina em 2026, diz chefe da Fitch

em Habitação
Tempo de leitura: 3 mins read
Brasil deve ter o maior déficit fiscal na América Latina em 2026, diz chefe da Fitch

Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado uma série de desafios econômicos, desde a recessão até a instabilidade política. No entanto, recentemente, temos visto sinais de melhora na economia do país. E, de acordo com a chefe da agência de classificação de risco Fitch, Cláudia Calich, essa tendência deve continuar nos próximos anos.

Em uma entrevista ao portal InfoMoney, Calich afirmou que o Brasil deve ter o maior déficit fiscal na América Latina em 2026. No entanto, ela também ressaltou que o país tem tomado medidas importantes para controlar suas contas públicas e que a inflação tem cedido, enquanto o crescimento econômico tem aumentado.

Essas declarações são um sinal positivo para o Brasil, que tem enfrentado um déficit fiscal crescente nos últimos anos. O déficit fiscal é a diferença entre o que o governo arrecada e o que ele gasta. Quando esse número é alto, significa que o governo está gastando mais do que arrecada, o que pode levar a um aumento da dívida pública e a problemas econômicos.

No entanto, Calich acredita que o Brasil está no caminho certo para reverter essa situação. Ela destacou que o país tem tomado medidas de austeridade, como a reforma da Previdência e o teto de gastos, que devem ajudar a controlar as despesas públicas. Além disso, a chefe da Fitch também mencionou a importância de manter a inflação sob controle, o que tem sido alcançado pelo Banco Central com a política de juros baixos.

A inflação é o aumento geral dos preços na economia. Quando ela está alta, o poder de compra da população diminui, o que pode afetar negativamente o consumo e o crescimento econômico. Por isso, é importante manter a inflação em níveis controlados, como tem sido feito pelo Brasil nos últimos anos.

Outro ponto positivo mencionado por Calich é o crescimento econômico. Após a recessão enfrentada pelo país em 2015 e 2016, o Brasil tem apresentado uma recuperação gradual. Em 2019, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 1,1%, e a expectativa é que esse número aumente nos próximos anos. Isso é um sinal de que a economia brasileira está se fortalecendo e que os investidores estão confiantes no país.

A chefe da Fitch também destacou que o Brasil tem uma economia diversificada e um mercado interno forte, o que é um diferencial em relação a outros países da América Latina. Além disso, o país tem uma população jovem e empreendedora, o que pode impulsionar o crescimento econômico no futuro.

Com esses fatores favoráveis, Calich acredita que o Brasil tem potencial para se tornar uma economia forte e estável nos próximos anos. No entanto, ela ressalta que é preciso continuar com as reformas e medidas de austeridade para manter esse cenário positivo.

É importante lembrar que a opinião da Fitch é apenas uma das diversas avaliações feitas sobre a economia brasileira. No entanto, é um sinal de que o país está no caminho certo e que as medidas tomadas pelo governo estão sendo reconhecidas pelo mercado internacional.

Em resumo, as declarações de Cláudia Calich são um incentivo para que o Brasil continue no caminho da recuperação econômica. O país tem enfrentado desafios, mas está tomando as medidas necessárias para superá-los e se tornar uma economia forte e estável. Com as reformas e austeridade, aliadas ao controle da inflação e ao crescimento econômico, o Brasil tem tudo para se destacar na América Latina e atrair cada vez mais investimentos.

Tags: Prime Plus

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