A agricultura é uma das atividades mais importantes para a economia portuguesa, especialmente no Baixo Alentejo. É nesta região que se encontra a Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA), uma entidade que representa os interesses dos produtores agrícolas locais.
Recentemente, a FAABA reivindicou a reposição dos apoios à horticultura e apelou à revisão urgente das medidas de apoio às culturas em regime de sequeiro. Esta é uma demanda justa e necessária, tendo em vista a importância da horticultura para a economia e comunidade local.
A horticultura é uma atividade tradicional no Baixo Alentejo, sendo responsável pela produção de uma grande diversidade de produtos, como tomate, pimento, pepino, melancia, melão, entre outros. Além disso, é uma fonte de renda para muitas famílias e contribui significativamente para o abastecimento de alimentos frescos e saudáveis em todo o país.
No entanto, nos últimos anos, os produtores de horticultura têm enfrentado uma série de desafios, como a concorrência desleal de produtos importados, a falta de acesso a tecnologias modernas e a escassez de água. Estes fatores têm impactado negativamente a produção e a rentabilidade deste setor, colocando em risco a sobrevivência de muitos produtores.
Por isso, a FAABA tem defendido a necessidade de uma revisão urgente das medidas de apoio às culturas em regime de sequeiro, de forma a garantir a sustentabilidade da horticultura no Baixo Alentejo. Estas medidas devem incluir a disponibilização de recursos financeiros para investimentos em tecnologia e melhoria da eficiência, bem como a criação de mecanismos para proteger os produtores contra a concorrência desleal.
Além disso, a Federação também tem exigido a reposição dos apoios financeiros que foram cortados nos últimos anos. Estes apoios são essenciais para garantir a continuidade da produção e a manutenção dos postos de trabalho no setor. A FAABA acredita que, com estes apoios, os produtores de horticultura poderão enfrentar os desafios atuais e continuar a contribuir para o crescimento da economia local.
É importante destacar que a horticultura não é apenas uma atividade econômica, mas também tem um papel fundamental na preservação do meio ambiente. Através de técnicas de produção sustentável, os produtores de horticultura contribuem para a conservação dos recursos naturais e para a redução do impacto ambiental.
Portanto, é fundamental que o governo e as autoridades competentes estejam atentos às demandas da FAABA e tomem medidas efetivas para apoiar a horticultura no Baixo Alentejo. Afinal, esta atividade é responsável por milhares de postos de trabalho e é um dos pilares da economia regional.
A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo tem demonstrado uma atuação forte e determinada na defesa dos interesses dos produtores de horticultura. Através da união e da mobilização dos seus associados, a FAABA tem conseguido sensibilizar as autoridades para a importância deste setor e para a necessidade de medidas de apoio efetivas.
É hora de agir e garantir um futuro próspero para a horticultura no Baixo Alentejo. É preciso reconhecer o valor desta atividade e investir na sua sustentabilidade. Acreditamos que, com o apoio adequado, a horticultura continuará a desempenhar um papel fundamental na economia local e a fornecer alimentos de qualidade para todos.





