A decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris sobre o clima, teve um impacto significativo no setor de energias renováveis, mais especificamente na indústria dos rastos. A empresa portuguesa EDP (Energias de Portugal) foi uma das afetadas por essa decisão, tendo suspendido um projeto no país, mas agora está a avaliar a possibilidade de vender sua fatia em um consórcio americano. Além disso, a maioria dos projetos de energias renováveis nos Estados Unidos corre o risco de não avançar. Esta é uma situação preocupante, mas também pode ser vista como uma oportunidade para o setor se reinventar e encontrar novas soluções para continuar a avançar rumo à sustentabilidade.
A decisão de Trump de sair do Acordo de Paris foi anunciada em junho de 2017 e gerou polêmica em todo o mundo. O acordo, assinado em 2015 por 195 países, tem como objetivo principal reduzir as emissões de gases de efeito estufa para combater as mudanças climáticas. Com a retirada dos Estados Unidos, o segundo maior emissor de gases do mundo, esse objetivo fica mais difícil de ser alcançado. Além disso, a decisão de Trump gerou incertezas em relação ao futuro das energias renováveis nos Estados Unidos, principalmente no que diz respeito à continuidade dos incentivos fiscais e políticas de apoio ao setor.
A EDP, que é uma das principais empresas de energias renováveis da Europa, tinha um projeto de construção de um parque eólico no estado de Indiana, que seria capaz de abastecer cerca de 60 mil residências. Porém, com a mudança de cenário nos Estados Unidos, a empresa anunciou a suspensão do projeto. Além disso, a EDP também suspendeu a construção de um parque eólico em Nova Jersey, que seria o maior da costa leste do país. Essas decisões geraram preocupações sobre o futuro da empresa no mercado americano.
No entanto, a EDP não está totalmente fora do jogo nos Estados Unidos. A empresa está avaliando a possibilidade de vender sua participação em um consórcio que está construindo um parque eólico no estado de Ohio. Isso mostra que a empresa está buscando alternativas para contornar a situação e continuar presente no mercado americano de energias renováveis. Além disso, a EDP também está investindo em outros mercados, como o brasileiro e o chinês, buscando diversificar sua atuação e reduzir sua dependência do mercado americano.
A situação do setor de energias renováveis nos Estados Unidos é bastante incerta neste momento. A decisão de Trump de sair do Acordo de Paris gerou preocupações e incertezas, principalmente em relação ao futuro dos projetos já em andamento e dos incentivos fiscais e políticas de apoio ao setor. Isso levou a uma suspensão de projetos e a uma avaliação por parte das empresas de suas estratégias no país. Ainda assim, acredita-se que o setor de energias renováveis nos Estados Unidos tem um grande potencial de crescimento e pode superar esses obstáculos.
A suspensão do projeto da EDP e a incerteza em relação ao futuro dos projetos nos Estados Unidos podem ser vistas como um desafio, mas também como uma oportunidade para o setor se reinventar e encontrar novas soluções. Com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, o país pode perder sua posição de liderança no mercado de energias renováveis, o que abre espaço para outros países assumirem esse papel. Além disso, a pressão da opinião pública e dos consumidores por uma maior preocupação com o meio ambiente pode levar a um aumento da demanda por energias limpas.
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